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Nossa visão depende de onde estamos em pé

Encontrar Eliza – Encontrar-me

Portland, OR
2005/04/22
“Encontrar Eliza”

Estou acordado desde 4:30 desta manhã. Incapaz de dormir. Veio para a sala de estar, coloco o computador no meu colo. Muitos pensamentos passando por meu cérebro, mas eles estão emaranhados e confusos. Vau ver se eu posso separá-los.

Ontem à tarde, minha mente e meu corpo estavam cansados depois de trabalhar no computador na resolução de itens diferentes. Eu fiz algo que quase nunca faço: me estirei em cima do nosso pequeno sofá. Minha cabeça repousadp em cima dum dos braços almofadado; meus pés em cima da outra. Senti-me bem – e minha lógica era que foi bom para a minha circulação, porque nesta posição, os meus pés ficaram mais altos do que o meu coração. Desde que eu não queria desperdiçar o tempo, pequei o meu Kindle roxo e começei a ler um livro chamado Finding Eliza por Stephanie Fishman.

Planejava permitir-me apenas uma hora. ERRADO!

Em vez duma hora, passei várias horas me estirado em cima daquela sofá, “melhorando a minha circulação sanguínea”, envolvido em uma história que tocou minha mente e meu coração! Fui vividamente lembrado da importância da família e amigos, como essas relações nos ajudam a caminhar através de tempos de “sem respostas” no meio dos acontecementosl Como a Palavra de Deus faz uma “pegada” em nossas vidas, e traz direção.  O autor pintou cenas com as suas palavras que estão vivas na minha mente.

As horas se passaram. Eu terminei o livro, fechei o meu Kindle, e me levantei a pensar. Eu gostei da leitura, eu gosto do livro, mas eu estava preocupado, inquieto no meu espírito. PORQUÊ?

Como eu bater nessas teclas de computador, eu quero colocar em palavras a desembaraçar das minhas emoções a partir da leitura Finding Eliza e os desafios que ela tinha.

Primeiro:esteja ciente que eu estou escrevendo isso do ponto de vista de se mover para fora do meu país para outro continente e cultura, vivendo lá a maior parte da minha vida.
Para fazer isso eu tive que deixar para trás os piqueniques em família anuais, a fácil disponibilidade para estar com os meus pais e irmão; toda a família … Centenas de pessoas  Os nossos seis filhos perderam contato com seus avós, tias, tios e primos.

Nós nos mudamos para uma cultura onde a família é muito importante. Eu não tinha nenhuma preparação pela dolorosa solidão que experimentávamos sem família alargada e eu chorei por meus filhos. Como eu morava no dia a dia, eu literalmente pendurado para o verso Matt 19:29 quando Jesus está falando.
Nova Versão Internacional
“E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos por minha causa, receberá cem vezes mais e terá por herança a vida eterna.”

Isso foi em 1967, antes de satélite, internet, fáceis ligações internacionais, nada de Skype ou Facebook ou Google NADA!
Uma carta levava cerca de 10 dias (indo para ou do Brasil), se chegasse?.
Em 1967 nós estávamos lá, vivendo no meio de uma linguagem totalmente diferente, numa cultura totalmente diferente, isolado dos Estados Unidos. Sou incapaz de descrever a profundidade das emoções e questões: a necessidade absoluta de ler as escrituras acima muitas vezes para manter minha sanidade. Nós, e nossa 5 (em breve 6) filhos estavamos vivendo no Brasil, e precisavamos aprender a estar “em casa”no Brasil. Nós estávamos andando numa choque cultural, bem grande!

Passou três anos antes que eu começarei a me sentir um pouco em casa. Amizades ao longo da vida começaram a se formar, mais fluente na língua, a cidade de 2 milhões começando a me familiarizar; Eu até sabia alguns bons atalhos quando estava dirigindo. Eu tinha passado por muitas fases de choque cultural … ainda tinha mais na minha frente.

O que isso tem a ver com o livro Finding Eliza ?
Eliza encontrou uma cultura diferente: uma para o qual não estava preparada.Fiquei surpreso como eu me identifiquei com as suas frustrações, incredulidade e raiva.

Este pequeno livro tocou nas cordas de coração da minha vida, tocando acordes eu tinha quase esquecido, fazendo com que as memórias eram como enchente, entrando a inundar a minha mente e minha alma; me lembrando mais uma vez da importância da família. Amor expresso como aprendemos a estar juntos, amor trabalhando através de personalidades variadas, discordâncias, mas ainda juntos, mesmo se estuver seperados pelos milhares de quilômetros. Isso requer transparência, a honestidade, a vulnerabilidade e enormes quantidades de perdão.

Deus sabe que muitas vezes falhamos miseravelmentes neste atribuição da família que Ele colocou em nossas mãos. Mas Ele nos dá o exemplo vivo da unidade da família através do Deus Trino – três num só; e Ele invade nossas vidas com parentes de sangue, família espiritual, entrelaçando-os dentro e com as nossas vidas, enriquecendo e desafiando-nos.

E – o que agora? O que é uma das minhas próximas lições?
Será que o Senhor me permita viajar, ter tempo com os entes queridos, tanto nos EUA e no Brasil?
Eu estou esperando por essa bênção porque eu odeio separação. E há tantos de vocês quem desejo muito a ver.
Mas, eu não tenho idéia nenhuma o que Ele vai fazer comigo. Ele é, mais uma vez, me colocando em uma situação em que – se eu quizer a paz interior – Eu tenho que confiar nEle.

Tenho que sorrir e quase rir. Ele tem feito isso comigo tantas vezes ao longo dos anos. Alguém poderia pensar que eu teria isso bem aprendida até agora. A verdade é que eu aprendi a profunda alegria que há em confiar nEle. No entanto, em cada circunstância, há sempre um novo desafio de aprender de novo do caminho da obediência e confiar totalmente mais uma vez.

Acho que já desembaraçei a maioria das emoções e pensamentos da outra noite.Vamos ver
Talvez eu vou dormir melhor esta noite.

E Stephanie Fishman, obrigada. Seu livro Finding Eliza conectou comigo em áreas que tinha quase esquecido e precisei me lembrar.

– Voni P.

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